Minicast Star Trek: Discovery - S01E07

Saindo um pouco das ramificações da trama principal, Star Trek: Discovery surge em um episódio autocontido todo trabalhado em um conceito muito usado em histórias de ficção científica, mas de uma forma bastante criativa. O resultado? O melhor momento da série até aqui (e se você tem a impressão que falamos isso quase toda semana, você está certo, o que indica que a série só melhora!)

Alexandre Luiz Davi Garcia e Filipe Pereira comentam os pontos positivos de mais um exemplar de Discovery. Então, aperte já o play e confira! E, não se esqueça: comente sobre o episódio abaixo 😉 (Link para download do podcast no fim do post)

Redação

Comente pelo Facebook

Comentários

Comente pelo Facebook

Comentários

2 comments

  1. Eduardo Schmitt 16 novembro, 2017 at 08:26 Responder

    Eu gostei muito do fato de ser um episódio isolado, e também de envolver questões temporais, no caso loop temporal. O que me incomodou foi a solução encontrada pelos roteiristas. Durante o episódio, ficou clara a dificuldade do Stamets convencer a Michael do que estava acontecendo. De repente, no último loop, todos da ponte, naquele curto espaço de tempo, já haviam sido convencidos da existência do loop, haviam reprogramado a cadeira, etc… Sei lá, achei que foi meio fraca a solução encontrada. O que vocês acham?

    • Alexandre Luiz 16 novembro, 2017 at 09:51 Responder

      Eduardo, particularmente entendi que a série dá vários saltos pra mostrar que o Stamets e a Michael passaram por várias situações pra encontrar um argumento plausível pra convencer a tripulação. Como o episódio tem pouco mais de 40 minutos, quando chegamos ao final, tem vários loopings que nós não vimos, por isso vc pode ter essa impressão de que a tripulação foi convencida do nada. O próprio Stamets qndo encontra a Michael pela primeira vez no looping já é algo que ele viveu várias vezes.
      Valeu pelo comentário! Grande abraço!

Deixe uma resposta