Terror em Amityville é um filme de horror lançado em 1979 que utilizava do tropo de casa mal-assombrada. Foi vendido como uma obra baseada em fatos reais, embora esse assunto seja controverso até hoje.
Esse obviamente não foi o primeiro filme a basear sua história sobre uma casa sendo atormentada por espíritos, mas certamente foi o pontapé inicial da exploração do tema, dividindo com Poltergeist: O Fenômeno. o posto de produção mais popular do gênero.
O longa foi dirigido por Stuart Rosenberg, e adaptou o livro homônimo Amityville Horror de Jay Anson, que por sua vez é baseado no relato de George Lutz, sujeito que afirmava ter sido tomado por uma entidade maligna, que pôs em risco a vida de sua esposa e dos filhos dela, que habitavam sua casa.
A tal história ocorreu ainda nos 1970, ganhou fama com o livro e ficou ainda mais popular graças ao filme. Com o tempo, toda a vizinhança da Amityville real foi atormentada graças ao que se falava após lançamento do longa nos cinemas, deixando uma má fama para o local pior do que o período posterior ao assassinato real com a família DeFeo em novembro de 1974.
Uma curiosidade pouco lembrada é que o filme não foi lançado nos cinemas brasileiros. Chegou no país apenas em VHS, com o curioso nome Cidade do Horror. Curiosamente a maior parte da história se dá em ambiente interno, na casa da avenida Ocean 112, a cidade tem participação quase nula na trama e especialmente nos momentos assustadores, a Amityville do título tem pouca ingerência no horror.
Vale lembrar que cidade é um lugarejo, um município suburbano localizado em Long Island, Nova York. Rosenberg usou Nova Jersey como locação na maior parte das cenas, com outras filmagens em Glendale, Califórnia. As locações serviram bem, já que capturaram de maneira certeira o clima bucólico desejado pela equipe de filmagem,
O filme tem como produtores Elliot Geisinger e Ronald Saland, é apresentado pelo produtor executivo Samuel Z. Arkoff, filmado pela American International. O roteiro ficou a cargo de Sandor Stern (Shark Kill e Assassino a Bordo), baseado no argumento de George e Kathy Lutz.
A partir daqui falaremos sobre a trama, portanto, poderão aparecer alguns spoilers. O aviso está dado.

A trama se inicia em uma linha do tempo no passado, passando rapidamente pelo caso dos DeFeo. A câmera viaja pelas icônicas janelas da casa, onde se vê um rápido flash vermelho, acompanhado de trovões.
O ano era 1974 e brevemente se percebe que os Estados Unidos passam por uma crise, já que nem mesmo o subúrbio de Long Island parece ser um lugar tranquilo para morar.
Mãe, pai e filhos foram assassinados sem motivo, ao menos é o que diz o letreiro inicial. Também é dado que a estimativa do horário das mortes foi na madrugada, as 3:15 da manhã, horário esse comumente associado ao diabo.
Para o espectador pode ficar a impressão de que não há aprofundamento na história real de assassinato. Esse é o fato primordial a respeito dessa produção. Nem as continuações falaram muito a respeito disso, mesmo Amityville 2: A Possessão, que deveria adaptar a história dos DeFeo, uma vez que o texto se distanciou demais dos relatos históricos, a fim de não receber processos jurídicos, ficou descaracterizado.
Tendo a ciência de que a história que George Lutz defendia era uma grande mentira, é natural que a obra procurasse não descortinar a história do assassinato que Ronnie DeFeo Jr. cometeu em 74.
Não há muita tentativa da produção em disfarçar estranheza, ao contrário, tudo é muito esquisito, não há sutileza alguma também. Já na apresentação da casa para os Lutz, a funcionária da imobiliária, senhora Townsend (Elsa Raven), parece estar empurrando a George e Kathy uma mercadoria ruim, algo indesejado. Sua postura não é a de uma pessoa má, necessariamente, mas sim a de alguém desesperada, com uma sina sobre a cabeça, ávida por passar isso para outra pessoa, mesmo que a casa esteja desabrigada.
Ela só estava parada. O máximo de infortúnio que ela causava era financeiro, para a imobiliária ou quem quer que fosse o dono legal da residência. Isso foi suficiente para fazer a funcionária ter uma expressão parecida com a de quem está cometendo um crime. Em suas feições é perceptível que ela sabe mais do que revela nesse primeiro momento.
Os personagens de James Brolin e Margot Kidder passeiam pela casa e enquanto fazem essa primeira olhada, aparecem flashs daquela madrugada de 1974 onde Ronald DeFeo Jr. cometeu o crime. É como se o que acompanhou Ronnie naquele instante ainda estivesse na casa, procurando um hospedeiro, que seria o George Lutz que Brolin interpreta.
Os eventos ocorrem sem cerimônia, se desencadeiam de maneira abrupta, sem muita preparação, isso inclui até a benção que a igreja católica faria com a casa. O padre Delaney, interpretado pelo experiente Rod Steiger, simplesmente aparece na casa da família sem combinar anteriormente com ninguém. Ele entra na casa, percebe que está vazia e até observa eles ao longe, indo para o cais se divertir, uma vez que a residência tinha até uma casa de barcos.
Percebendo sua solidão, o sacerdote decide rezar pelo local à revelia dos parentes residentes da casa. Enquanto prepara sua oração ele é atacado por moscas justamente quando eles brincam em uma lancha.
Analisando com distância, talvez a casa tenha retribuído a invasão do padre graças a audácia dele em entrar sem pedir autorização e não por conta dele ser uma autoridade espiritual que está do lado oposto da filiação espiritual de quem quer habite aquele lugar.

A sequência é orquestrada de maneira inteligente, com uma boa variação de ângulos que vão de super closes nas moscas, variando para momentos de um vazio escuro, com as palavras de ordem para que o sacerdote saia, seguida de uma ação agressiva e deliberada dos insetos contra ele. Se até um homem da Santa Igreja é defenestrado por essa entidade má, imagina as pessoas comuns, que inadvertidamente vão morar a casa.
Outros sinais estranhos seguem na casa e como ninguém explica a origem dessas interferências espirituais, o mistério vai aumentando. O que poderia ajudar os Lutz, simplesmente não chega até eles, já que até as tentativas de ligação do padre são perdidas.
Com George a interferência é ainda mais agressiva. Ele sente um frio descomunal mesmo que o termostato marque 22 graus. Aos poucos, pequenos incidentes ocorrem com os filhos de Kathy. Matt (Meeno Peluce) cai das escadas, a pequena Amy (Natasha Ryan) acorda no meio da noite, depois de um pesadelo, até chega a pedir para voltar para a antiga casa. A única criança que não parece ser muito perturbada é o menino Greg (K.C. Martel), que passa quase toda a história sem grandes alterações.
Um dos indícios de que algo está errado é o fato de George acordar no meio da noite, as três horas da manhã, totalmente ligado, como se tivesse atingido sua cota de sono. Ele leva Harry, o cachorro da família para passear pela propriedade. Já que ele não consegue dormir, acha justo passear pela propriedade com seu companheiro canino.
Isso ajuda a determinar de maneira subliminar qual é o papel dele, uma vez que ele não é o pai biológico das crianças. Na trama em si não há nenhum problema em relação ao distanciamento sanguíneo, fora a questão óbvia do final, da possessão, mas o George Lutz real fez questão de tomar a guarda das crianças, adotando elas, a fim de ser o guardião legal das três.
Ao andar pela propriedade na madrugada, ele se assusta com um gato preto e esse é o ápice do medo e dos sustos, pelo menos até certo ponto. A rotina dele segue aparentemente normal, exceto por breves variações de humor e respostas atravessadas para sua esposa.
O comportamento de George muda de fato quando ele aparece cortando lenha, tanto que é extremamente grosso com Kathy, pedindo de maneira ríspida para que ela não fizesse surpresas mais, especialmente enquanto ele manipula um machado.
Os sinais de que algo errado ocorrerá são bem presentes, especialmente nas expressões de Brolin, que vai aos poucos aumentando a maldade em suas próprias feições.

Kathy liga para o padre Delaney, que passou mal. O outro sacerdote da região, o padre Bolan (Don Stroud) avisa ela que seu colega fez uma visita a casa, fato que ela só teve ciência nesse momento. A casa passa a expelir substâncias estranhas, uma gosma preta bizarra, com um aspecto semelhante ao de sangue escorrendo, tão sujo que parece algo preto, como piche.
Delaney defende que levem uma equipe de exorcistas, mas os padres protelam, dizem que vão orar pela residência e nada mais. A interferência mais ativa é quando enviam uma freira para a casa, mas ela foge do lugar pouco tempo depois de chegar, até vomita no caminho de volta e assusta a personagem de Kidder com sua atitude. Não há bênção que perdure no lugar, de fato parece ter uma maldição ali.
O filme possui uma estrutura que prima pelo realismo no início, quase documental uma vez que se contam os dias e as horas, em um formato informativo, de registro contínuo, mas que vai mudando aos poucos. Em alguns pontos o roteiro parece confuso, especialmente na intenção de demonstrar a ação sobrenatural, não só na questão das intenções, mas também na extensão dos poderes.
É um bocado difícil de relevar algumas interferências do sobrenatural, em especial o momento em que o carro que carrega dois padres quase bate, desgovernado, aparentemente por ação das moscas possuídas, vindas da avenida Ocean. Acreditar que elas atravessaram a cidade inteira só para atacar a estrada é demais, fosse um vulto ou uma manifestação espiritual mais explícita, até se compreenderia, mas aqui é só forçado.
Outro evento estranho é quando some o dinheiro de um rapaz que vai se casar, bem no meio da casa dos Lutz. George ainda socorre o rapaz, já que é o padrinho/best man dele, mas segue a dúvida de qual seria o motivo para a entidade sobrenatural se apossar de uma quantia de dinheiro que estava voltada para pagar um bufê de casamento? Aparentemente, os espíritos são zombeteiros só fazem isso pela galhofa.
Outra peripécia bizarra ocorreu com Jackie (Amy Wright), a babá, que ficou presa em um closet enquanto Amy observava tudo do lado de fora, sem nada fazer. A adolescente estava tão desesperada para sair que chorava e batia as mãos na porta de madeira, em um armário que sequer tinha tranca.

O desespero dela foi tanto que ela sai do armário depois de sangrar pelos dedos, mas o casal Lutz não enxerga o vermelho sobre a madeira. Não fica claro se aquilo foi apenas um efeito visual, se foi um devaneio da menina graças a um delírio, se foi apenas uma crise de claustrofobia.
A sensação que fica é que tudo é exagerado no campo emocional, aumentado deliberadamente para mostrar que algo está errado com a casa e com a família, já que existe uma linha de normalidade com os parentes e outra completamente diferente das outras pessoas.
O padre Delaney é um bom exemplo dessa dicotomia. As discussões em que ele se envolve são sempre sanguíneas, gritadas, já que ele teve contato com o que a família Lutz vive, mas não está contaminado pela letargia que impera no grupo familiar. Como os outros religiosos não viram o que ele viu, simplesmente desdenham.
Curiosamente Delaney tem uma formação médica, de um psicoterapeuta, mas nem esse gabarito faz com que ele seja mais calmo ou contido. A experiência que ele teve o faz ser agressivo, tanto que um parceiro seu, o padre Ryan (Murray Hamilton), tem que contê-lo.
O personagem de Steiger está sempre nervoso, descontrolado emocionalmente, tanto que ele é visto com maus olhos por seus pares. Acaba escandalizando os colegas de batina graças ao descontrole que demonstra.
Enquanto isso, os estranhos eventos seguem na casa, tanto que os Lutz ligam para a polícia, acreditando que tiveram a casa invadida. Ao chegar, o sargento Gionfrido (Val Avery) constata que a parte destruída da porta onde ocorreu o tal arrombamento é interna, ou seja, foi causado por alguém (ou algo) do lado de dentro e não de fora da casa.
Não faz sentido para alguém derrubar uma porta para sair de uma casa, não existe lógica em um crime ser levado dessa forma. Isso acende um alerta e o pai decide procurar o motivo da sua residência ter sido tão barata, embora para toda a comunidade seja bem claro.

Por um bom tempo se acreditou de fato que a história dos Lutz era verdade. George e Kathy ficaram bastante famosos, ganharam dinheiro com publicidade e venda de livros. Aparentemente, até o casal Ed e Lorraine Warren visitaram a casa na Avenidade Ocean.
Eles só foram desacreditados anos depois, embora Ronnie DeFeo sempre falasse que o seu caso não teve qualquer interferência do Diabo, de espíritos ou de algo que o valha.
Fato é que o filme gerou dinheiro, ainda mais que o livro, virou uma franquia a revelia até dos Lutz. O escritor Jay Anson faleceu pouco tempo depois do filme, em 1980, e não viu sua obra se tornar a saga cinematográfica que se tornou. Já o casal Lutz morreu nos anos 2000, Kathy indo primeiro em 2004, enquanto George faleceu dois anos depois, em 2006, pouco depois da refilmagem Horror em Amityville, estrelada por Ryan Reynolds.
Stuart Rosenberg fez A Piscina Mortal, A Viagem dos Condenados e Amor e Balas. Seus filmes normalmente eram mais voltados para ação e aventura, menos para medo e sustos. Essa experiência dele interferiu na construção da história, que peca um bocado nos sustos, mas acerta na construção de estranheza dos personagens.
A mesma Amityville cujos cidadãos não falam abertamente sobre a tragédia ocorrida um ano antes, resolve versar sobre o assunto quando George passa a se parecer fisicamente com Ronald DeFeo, convenientemente logo após o pai da família procurar as origens da casa, em jornais e informes locais. O roteiro é muito movido por coincidências e o modo como elas se avolumam denuncia o quanto o texto é pobre.
Aparentemente ocorre um inferno astral com George, que inclui as assombrações, mas não parecem se originar delas. Até gente que deveria lhe dar apoio e ombro amigo, como seu sócio e companheiro Jeff (Michael Sacks) só aparece na trama para cobrar sua participação no trabalho. Ele está lá para acusá-lo de ter mudado de religião, de ter casado com uma mulher com três filhos e por ter se endividado com uma casa que não cabe no seu orçamento.
Apesar de Jeff não ter uma grande complexidade em seu papel, é uma visita dele que gera uma solução para os Lutz, já que sua mulher Carolyn (Helen Shaver) é sensitiva e acha a intersecção entre a tragédia dos DeFeo, a casa e o ocultismo, depois de ter um surto espiritual, quando chega perto.

A inação da igreja fez com que uma pessoa que não tinha qualquer preparo religioso acabasse comandando a virada de ação da parte da família. Ela não toma atitudes enérgicas o suficiente para que George saia da casa e abandone tudo, mas depois de tentar compreender o que acontece ali, ela conversa com Kathy, cita um personagem histórico, chamado John Ketchum, sujeito que teria sido expulso de Salem por ser um bruxo. Teoricamente o terreno era um lugar de adoração satânica.
Enquanto adultos conversam, Amy lida com Jody, uma entidade que faz um paralelo com o clichê de amigos imaginários e, portanto, fala só com ela. Essa seria uma mera manifestação da imaginação fértil de uma criança, exceto pelo fato dele balançar cadeiras.
A realidade é que Terror em Amityville é mais sobre um horror imaginário, no campo das ideias e menos sobre pactos de fato, mesmo que haja referências claras a esse tipo de enlace e acordo.
No entanto esse é um filme de horror onde ninguém morre. George aparece com chagas, o padre Delaney perde o sentido da visão, mas na prática não há de fato um mal tangível, não há nada que possa ser categorizado indiscutivelmente como uma ação demoníaca. O que mais se aproxima de uma questão realmente maléfica é o drama familiar, de um homem tomado pela raiva, que bate na esposa.
Segundo os relatos do recente Amityville A Origin Story, a versão de James Brolin é suavizada perto do George Lutz real. O chefe de família é descrito por seu enteado Christopher Lutz como um homem violento, exagerava na correção física das crianças, possivelmente até batia em sua esposa.
Para a versão cinematográfica era preciso mostrar ele como alguém preocupado, abnegado, o bom homem que adotou para si três crianças sem qualquer laço sanguíneo com ele. Para que a construção do medo fosse boa isso era necessário.
O que de depõe contra o filme é o suspense quase inexistente, que esbarra na falta de sutileza do roteiro. Nem mesmo as boas atuações de Brolin e Kidder facilitam a imersão nos mistérios.
Ao mesmo tempo em que momentos inspirados ocorrem como quando as paredes começam a sangrar, também há momentos estranhos, com animais malignos, com corpos suínos tão escuros que parecem silhuetas, aparecendo nas janelas. A manifestação física do mal já era ruim na época, hoje não assustam mesmo, mesmo que os olhos dos animais pareçam faróis e luzes vermelhas.
Os trechos finais são tensos, variam entre a questão do abuso familiar a partir do provedor violento, até a casa atacando diretamente os seus residentes. Ainda assim o filme não sabe concluir sua história, dando muitas voltas, até para resgatar o cachorro e para deixar o zeloso pai todo sujo de piche.
Terror em Amityville parece uma colagem de vários momentos assustadores, reunidos em torno de um drama familiar que conversa com problemas reais, que se torna ainda pior graças a toda a farsa que envolve o caso. Ainda assim resta ao produto de Rosenberg a pecha de ser a obra inaugural de uma tendência do cinema de horror, que influenciaria Steven Spielberg e James Wan, sendo copiada até a atualidade.









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