A Mão Que Balança o Berço é um filme que mistura drama e suspense, mas que tem alguns elementos de horror em sua formula básica, especialmente por lidar com um terror familiar, de fácil associação por conta dos desdobramentos de uma invasão de uma casa de uma família.
O longa ficou muito conhecido no Brasil por ser um dos clássicos muito reprisados nas faixas de filmes na televisão, passando pelo Domingo Maior, Intercine e principalmente pelo Supercine, nas longas noites e madrugadas de sábado na rede Globo.
A história aborda temas pesados, mostra duas mulheres que passam por situações limite e que reagem de maneira diferente e desesperadora, cada uma do seu jeito particular. O caminho de ambos se cruza, dando vazão a uma miríade de sentimentos como ciúmes, inveja e problemas relacionados a maternidade.
Há muita discussão sobre quem seria a protagonista dessa jornada. É possível apontar duas possibilidades. A candidata mais plausível é Annabella Sciorra, a mãe de segunda viagem, que interpreta Claire Bartel. Ao ir até o médico ginecologista que cuidará do parto do seu novo bebê ela se sente tocada de maneira sexual a agressiva. Depois de denunciar o doutor, o sujeito se suicida e o roteiro de Amanda Silver passa a acompanhar outra mulher, a esposa do médico, a senhora Mott, de Rebecca De Mornay.
Em pouco tempo a vida dessa segunda candidata muda completamente, já que ela perdeu o marido, o direito a pensão e aos bens dele, que foram congelados graças a denúncia (ele era um funcionário público, então precisa passar por uma perícia acurada), além de ter tido uma queda, fruto do choque dessas notícias.
Ela então caiu e feriu mortalmente a criança que ela carregava no ventre, sendo essa a perda mais doída. Dito isso, é mais fácil encarar a viúva Mott como a protagonista, mas fato é que sua rival tem muito mais tempo de tela, tendo os detalhes de sua intimidade expostos para causar simpatia no público.
O tempo passa e Claire decide arrumar ajuda para cuidar do novo bebê, chamado Joe, além de jovem Emma (Madeline Zima), já que seu marido Michael (Matt McCoy) trabalha em período semi-integral, e ela mesma tem seus hobbys, como o cultivo de plantas e jardinagem.
No encalço para encontrar uma babá, acabam achando a viúva do Dr. Mott, que utiliza o nome de solteira, Peyton Flandres uma mulher cuidadosa, esmerada e atenciosa, a candidata perfeita ao cargo.

A família acaba enfim contratando ela, sem saber do passado dela, já que ela apela para uma história melancólica e triste, de abandono dos parentes mais velhos e de tragédia após sua viuvez. Curiosamente ela não usa falas necessariamente mentirosas, só manipula os argumentos para parecer uma vítima.
Vale lembrar que nos anos 1990 e 2000 estouraram alguns casos públicos de agressões de babás a crianças, sobretudo no Brasil. Isso fez com que o filme viesse a ser revisitado, muitas pessoas procuraram ele achando que encontrariam algo nesse sentido, mas ideia do filme passa bem longe desse tipo de problemática.
O longa tem direção de Curtis Hanson, que fez Janela Suspeita em 1987 e depois executou o elogiado Los Angeles Cidade Proibida. Já a roteirista Amanda Silver estreava como escritora de longas e faria sucesso no futuro, em franquias como a última trilogia Planeta dos Macacos e Avatar.
Há um cuidado profundo por estabelecer os Bartel como uma família preocupada, a começar pela mãe deles, que desconfia sempre de tudo, até da aproximação do simpático Solomon, personagem de Ernie Hudson.
Ele é praticamente o único personagem masculino importante, entre outros fatores, por não ter uma mentalidade plenamente adulta. Solomon sofreu no início com um mal-entendido, e é englobado na rotina da família sem maiores problemas, já que faz parte de um programa que insere pessoas com necessidades especiais no mercado de trabalho.
Sendo um homem adulto com uma mente quase infantil, acaba se inserindo facilmente no cotidiano familiar, fazendo pequenos serviços, além de criar com Emma um laço de amizade bem forte. Ele se enxerga como alguém grato aos Bartel e se dedica a cuidar deles.
Esse é um filme sobre mulheres, sendo assim os homens "adultos" são tratados de um modo diferenciado. Se Michael é um banana o mesmo não pode se dizer do médico vivido por John de Lancie. O obstetra é um sujeito meticulosamente pensado para ser alguém de caráter duvidoso.
Ele é educado, polido, parece a simpatia encarnada, mas empurra o primeiro encontro que tem com Claire para algo no mínimo constrangedor. O ginecologista com quem ela se consultava estava impossibilitado de atender seu caso, então Victor Mott é delegado para tal.
Em determinado ponto, sua assistente/enfermeira sai do consultório, de uma maneira tão súbita que parece conveniente para ele, parece algo armado, já que não havia motivo aparente para essa saída.
Mott insiste em mexer nas mamas da paciente, reiterando que ela mesma deve conseguir se examinar para achar possíveis nódulos em seus peitos. O resto da perícia é bastante invasiva, mas ele não para, mesmo com ela reclamando e se incomodando.
A verbalização não é suficiente para que ele simplesmente pare.

Claire se sente invadida, especialmente depois que o doutor retira a luva descartável para examinar as partes íntimas dela com as mãos nuas. Não fica claro se ela percebeu a retirada no ato, Claire pode ou não ter enxergado isso, mas a câmera faz questão de grafar o momento, sem falar que ela pode ter sensibilidade apurada o suficiente para perceber que ele não usou luvas.
A fotografia de Robert Elswit viaja com ela através do hospital depois que sai da sala de exames. Ele pega um ângulo de cima, em uma vista panorâmica que fortalece a sensação de total desorientação. A cena é soberba e a montagem de John F. Link também ajuda a demonstrar as sensações desesperadoras de Claire, como a extrema dificuldade de respirar, já que ela era asmática como foi dito no laudo médico.
O conjunto de sensações dela denuncia o quadro e determina o que ela viveu um abuso.
Ao perceber sua esposa em estado de choque, Michael a encoraja a denunciar o sujeito, mesmo com ela sendo contra no primeiro momento.
O filme é de 1992 e nessa época já era possível perceber uma questão que é um tabu até hoje. Vítimas de abusos sentem vergonha de denunciar, seja por se culpar pela agressão ou por receio de serem estigmatizadas. Há claro outros motivos além desses e esse trecho reforça essa máxima. Se Michael é um personagem sem maiores ações na trama, aqui ele de fato colabora e move o drama.
Hanson registra o fim de Mott de modo breve e impessoal. Um tiro é dado e só ouve o estampido da bola. O alvejado ocorreu fora do alcance da câmera, justamente enquanto é anunciado na televisão o escândalo com uma das pessoas do círculo social mais alto de Seattle.
Depois desse trecho não se demora a desenrolar as questões das mulheres, já que esse é um filme sobre elas. O modo como descobre os infortúnios familiares também parece impessoal no início, mas logo fica emotiva. A situação é melancólica, pois faz Peyton acreditar ter perdido tudo graças a ação de outra mulher.
Em um mundo tão machista seria natural que uma pessoa em situação de desespero se apegue a uma visão minimizada e reducionista do seu inferno particular. Exigir que em um momento de desespero a pessoa seja puramente racional é demais, mas fato é que o culpado da tristeza de ambas as moças era um só: Victor Mott.
Discussões à parte, a sra. Mott se sente mal, magoada e desamparada. Mira um sentimento rancoroso, mal disfarçado a partir da aproximação que ela faz a Claire. Fica bastante suspeito ela brotar tão convenientemente para a entrevista de emprego junto aos Bartel.

Na segunda apresentação de Peyton sua aparência é diferente. Ela é introduzida com roupas de cores básicas e claras. Sua postura é amigável, quase inofensiva, ostenta um rosto angelical, cabelos compridos, longos, loiros e presos.
É a cuidadora perfeita, tanto que resolve até os problemas básicos da casa, como encontrar a tarraxa do brinco da patroa na primeira conversa que tem com ela. Essa peça seria perdida mais algumas vezes durante a trama, servindo ao intuito de mostrar que nesse momento, Claire não é uma pessoa tão atenciosa quanto antes, sendo então uma vítima mais fácil de ludibriar.
Peyton conta uma história triste, que parcialmente compreende seu passado de fato, incluindo o fato de que perdeu seu bebê. Sua postura exemplar faz dela a candidata perfeita para cuidar do pequeno Joe.
A condição central da vilania tem a ver com usurpar o lugar de outrem, sendo o alvo justamente quem condenou sua vida aquela miséria. De Mornay acerta nas simbologias de sua atuação, até toca o ventre na primeira cena em que vê Claire interagindo com o bebê.
Ela protagoniza algumas cenas tensas, incluindo sustos breves, como a visita na madrugada ao quarto do bebê, em que a babá pega uma almofada e parece que vai ferir a criança. Ao invés disso, ela dá de mamar para ele.

Aqui se nota um belo trabalho de composição de Graeme Revell, que varia rapidamente entre acordes de tensão para uma música mais doce, que fortifica a ternura entre mãe e filho nos momentos de amamentação.
Em um desses momentos de "intimidade" Solomon acaba acidentalmente vendo a babá alimentando o bebê. Ao perceber, Peyton o enquadra de maneira vil, afirma que vai acabar com ele e o reduz a alguém menor, o iguala a um inseto, digno de ser esmagado por ela.
Solomon promete que não vai deixar ela causar mal a família, custe o que custa. Seu personagem se afasta, depois que Peyton manipula sua patroa, fazendo ela acreditar que ele tocava a pequena Emma.
Aos poucos ela toma a confiança e a atenção de todos o Bartel, além de que pinta Claire como desequilibrada e descompensada. O auge da construção narrativa da babá é a de fazer acreditar que Michael está traindo sua esposa com sua colega de trabalho, a corretora Marlene (Juliane Moore). Peyton organiza uma festa surpresa, rouba um isqueiro dourado de Marlene e planta na roupa de Michael.
Em meio a festa de aniversário - em regime inesperado para Claire, obviamente - ela discute de maneira forte com o marido, o expõe em um cômodo colado a onde estão todos os convidados, incluindo Marlene, que se sente ofendida e se retira.
A vilã é ardilosa e silenciosa, sabota partes da casa em momento inoportunos, provoca o marido da patroa, transita silenciosamente por quase todos os cenários. Parece uma enxadrista experiente, sempre a frente dos outros em quaisquer jogadas.

Marlene encontra pistas sobre a real identidade da babá e vai fechando o cerco ao redor dela. O momento que mais aproxima essa produção do gênero terror certamente é o da morte dela, que acaba caindo em uma armadilha da estufa, que foi preparada obviamente para outra pessoa.
A sequência é boa, tensa, tanto no assassinato em si quanto na reação da mãe da família ao perceber o que aconteceu, sem falar que cabe como uma luva dentro das coincidências desse universo, já que ela perece exatamente quando ia expor para Claire o que ela sabia.
O acaso propiciou a vilã a chance de causar mal a mulher que desmascararia sua condição. Claramente ela montou a armadilha para acertar Claire, mas ao cair Marlene ali poderia gerar não só a culpa pela morte de uma outra pessoa, além de talvez incorrer uma responsabilização judicial a mãe dos Bartel.
Claire reage mal, tem uma crise de asma e por pouco não acaba morrendo junto, uma vez que tem dificuldades para encontrar uma bombinha cheia. Ela é hospitalizada, deixando assim Peyton sozinha com os Bartel.
Esse é um filme sobre gente obcecada e de intenções ruins, inclusive assassinas, mas quase não há armas. Hanson opta por utilizar cenas de carros em alta velocidade por alguns momentos e o modo de direção agressiva de quase todos os personagens faz parecer que seria uma pista para o futuro, de que alguém pereceria em um atropelamento, mas isso não ocorre.
Resulta apenas em um paralelo com as armas inexistentes aqui. Nessa trama, o mal é causado com as próprias mãos, no máximo com objetos de casa que se distanciam da condição de facas, navalhas, cutelos e demais armas brancas.
A condição de Peyton passa da inveja e desagua em uma tentativa de substituição. Como ela encara que Claire roubou tudo dela, a vingança na medida seria roubar tudo que ela tem, sua condição de mãe, de esposa, de dona de casa de classe média.
Por isso ela usa roupas quase transparente, por isso se permite flertar com Michael. Ela é provocativa e quase consegue seus intentos.
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Em determinado ponto, quando a mãe da família retorna para casa fica a sensação de que a funcionária de fato conseguiu, parecendo que o lugar que antes era da mãe/mulher foi de fato usurpado.
Mesmo Michael pareceu em algum ponto ter cedido aos encantos da bela babá, mesmo que na cena mais apelativa sexualmente, ele tenha dito que só existia lugar para uma mulher em sua vida.
Eventualmente a mãe descobre a identidade da mulher, seguindo as pistas de Marlene. Ao ser exposta (finalmente) Peyton age de maneira passiva e obediente, como foi ao longo de toda a passagem do filme, mesmo quando é expulsa sai, mas sem fazer alarde, aparenta que não fará nada, que não reagirá.
Ela até entrega as suas chaves, mas obviamente causa na família um receio. A condição de eterna vigilância aparentemente é um dom que só as personagens femininas têm. Claire fala para o marido ligar para a polícia, e ele o faz, mas a partir do momento em que as autoridades negam ajuda afinal segundo Michael não há emergência, ele nada faz.
É passivo, estático, não à toa é a primeira pessoa pega na armadilha da babá. Com o pai tendo as pernas quebradas, o cenário caseiro vira palco de um confronto de duas leoas, duas mulheres que buscam a sobrevivência e que buscam proteger a sua família, com uma tendo direito legitimo e outra não.
Aqui há alguns breves momentos e clichês do subgênero que se costuma chamar de invasão domiciliar, com um vilão que entra na casa, com conhecimento sobre a área e com potencial para causar mal aos moradores.
Na briga o que predomina é o drama, com duas mães melancólicas e depressivas que se defrontam em campo aberto. Peyton age tal qual Annie Wilkes, personagem que Kathy Bates brilhantemente fez em Louca Obsessão, acreditando ser dona de uma história que ela não escreveu, em que nada lhe pertence.
Ao tentar tomar algo que não é seu, consegue emular a condição de neutralidade, já que em vários momentos de briga familiar, sempre conseguiu parecer não fazer parte das grandes decisões - para Emma especialmente, já que ela provocou a expulsão de Solomon, mas fingiu não ter nada a ver.
Mas sua falha mora na própria vaidade, na crença de que é uma manipuladora infalível, afinal, o laço entre uma mãe e uma filha é forte, construído ao longo de anos, e Emma não seria tão facilmente cooptada por ela. É a menina que retarda os movimentos da babá, para que sua mãe se recupere e consiga contra-atacar.
O ponto máximo do filme certamente são as atuações. Sciorra faz muito bem seu papel, varia bem entre a pessoas valente e cheia de vida para o papel de mãe ferida e entristecida. De Mornay brilha ainda mais intensamente, já que consegue parecer um anjo e uma mulher implacável.
Se ela não é uma anti-heroína ao menos seus traumas ajudam a explicar a condição que assume. Não há o que a justifique seus pecados, mas uma pessoa que perde seu chão e o seu tudo, naturalmente perderia qualquer estribeira ou o apego ao contrato social.
Nos momentos anteriores, Peyton afirma que não tinha família e que a única pessoa que a compreendia era o marido. Esse trecho parece ser um discurso verdadeiramente sincero, mas não necessariamente exprime a realidade, já que o médico tinha grandes falhas de caráter, poderia facilmente ter um comportamento fingido perto dela.
Perto do final o filme apela para umas mensagens bem piegas, especialmente na reaproximação de Solomon. Mas dado toda a odisseia vivida, momentos mais ternos e de confiança familiar até cabem, já que Claire encontra nele não só um amigo, mas sim um membro dos Bartel.
O filme perde na construção de suspense, já que antecipa a maior parte dos mistérios, mas essa escolha foi deliberada. Sem isso, seria difícil fazer de Peyton uma pessoa que flutua na confiança da família Bartel, seria complicado manter não só uma história de dubiedade, mas também uma personagem tão fácil de sentir empatia e simpatia, mesmo sendo uma vilã.
A Mão que Balança o Berço é uma história sobre pertencimento e sobre a tentativa de preservação das pessoas que se ama, em uma jornada de duas mulheres que se odeiam mesmo não tendo motivos para tal e que veem seus destinos sofrerem graças a ação dos homens. É uma boa obsessão para os fãs de horror verem no dia das mães.









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