Minicast Fargo S03E03

Fargo tem a mania impressionante de sempre conseguir surpreender o espectador e neste terceiro episódio da terceira temporada não foi diferente. Indo completamente por um lado inesperado, já no começo deste novo ano, a série entrega uma hora de puro desenvolvimento de personagem.

Alexandre Luiz e Davi Garcia comentam esse acerto do seriado e o que este episódio representa para a trama central e para a personagem da excelente Carrie Coon.

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Redação

6 comments

  1. Gian Cardoso 10 maio, 2017 at 09:04 Responder

    O Alexandre comentou sobre o carro do Ray ser um Porsche, mas na verdade é um Corvette caindo aos pedaços.. Hahaha
    Gostei muito do cast, como sempre e a série está cada vez melhor.

    • Alexandre Luiz 10 maio, 2017 at 09:11 Responder

      Sim!!! É um Corvette, falha minha hahahaha De qualquer forma, é um corvette caindo aos pedaços mas deve ter sido comprado se não 0km, em ótimo estado, o Ray que é um desleixado e ferrou com o carro hehehe

      Valeu, Gian!

  2. Lou Bloom 10 maio, 2017 at 23:39 Responder

    Sobre o título do episódio, “The Law of Noncontradiction”, achei interessante por se tratar de um princípio que define não ser possível duas afirmações contraditórias serem ambas verdadeiras ao mesmo tempo, que é, basicamente, o oposto da “teoria do gato” de Schrodinger.

    Durante o episódio, vemos que algumas situações na vida da Glória remetem ao Gato de Schrodinger (ela está casada e não está casada ao mesmo tempo, assim como é a xerife e não é a xerife de sua cidade ao mesmo tempo), e como o título indica o oposto, acho que é uma simbologia de que ela vai “assumir um rumo” daqui para a frente na série.

    Ótimo podcast, abraço!

  3. sergioemdebortoli 14 maio, 2017 at 02:15 Responder

    Eu só quero discordar quanto a afirmação sobre a personagem principal não ser tão carismática quanto os outros protagonistas das temporadas anteriores. É uma afirmação de critério puramente subjetivo, eu confesso, mas em se tratando apenas dos policias das três temporadas de Fargo, acho a Gloria Burgle a melhor personagem, pois ela passa uma firmeza e segurança, mas ao mesmo tempo, por usar roupas cafonas em Hollywood e pela falta de jeito com a tecnologia, mostra uma certa vulnerabilidade e atrai minha empatia de forma que os outros personagens das temporadas anteriores não me passaram. O policial interpretado por Patrick Wilson era muito certinho e parecia julgar todos a sua volta; e não acho nada da primeira temporada muito digno de nota (porque não gostei mesmo, diferente de muitas pessoas).
    Estou gostando da terceira temporada mais do que imaginei gostar, e isso se deve também ao carisma que tive pelos personagens. Esse terceiro episódio foi o melhor que lembro de ter visto na série inteira, mas confesso que tenho receio de a temporada não continuar tão boa no seu meio e fim.

    P.S.: Não sei se já mencionaram isso em algum outro podcast de Fargo, mas gosto muito das pequenas referências e homenagens que a série faz com a filmografia dos irmãos Coen. A segunda temporada tem muitas músicas que foram marcantes nos filmes da dupla, sem contar a interferência extraterrestre como houve em O Homem Que Não Estava Lá. E nesse episódio tem uma imagem de uma mulher na praia semelhante ao filme Barton Fink, bem como um hotel meio bizarro como tem no mesmo filme. E como outra pessoa disse nos comentários, há a menção (implícita) da teoria do Gato de Schrodinger, que é citada em Um Homem Sério e em O Homem Que Não Estava Lá.

    P.S. 2: Só queria mencionar que outra série teve seu melhor episódio já exibido nesta semana, e também em sua terceira temporada: Better Caul Saul S03E05.

    Valeu, galera.

  4. Douglas Couto 17 setembro, 2017 at 01:33 Responder

    Só agora to vendo a temporada e ouvindo os casts e tenho que dizer que Noah é fanfarrão em fazer essas referencias a The Leftovers kkk não só deu um episódio solo pra Carrie Coon, também tem um solo dela para cada temporada de Leftovers, como tb fez os aparelhos eletrônicos não funcionarem pra ela kkk algo que também tem na season 3, e legal que ambos com propósitos bem diferentes, mas muito bem justificados na narrativa.

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