Minicast Mr. Robot S02E12

mr-robot-s01e12-cores

Chegou o final de temporada e é hora de um podcast sobre Mr. Robot pra exorcizar os demônio. O que definitivamente não funcionou no season finale? Vem descobrir com Alexandre Luiz, Davi Garcia e Igor Frederico! Ouça, divulgue, comente!

Links do Podcast

Links Cine Alerta

Assine nosso feed:

Contato:

Mandem seus e-mails para [email protected], ou comente no post logo abaixo!

Redação

Comente pelo Facebook

Comentários

Comente pelo Facebook

Comentários

5 comments

  1. César 27 setembro, 2016 at 20:39 Responder

    Olha eu aqui de novo! Acompanhei toda essa "temporada" de minicasts e gosto da opinião de vocês, mesmo discordando de várias coisas, pois, apesar dos pesares, eu ainda gosto dessa 2ª temporada! Eu diria que foi um 7/10 bem honesto, enquanto a primeira seria 9/10. Kkkkkkkkkkkkk

    Gostei do Esmail ter se proposto a mudar o tom da série para tratar das consequências do hack de 5/9, por isso há uma necessidade de expandir o mundo e também das personagens secundárias (se tornaram protagonistas nessa temporada, na verdade!) que seguiram suas próprias tramas e foram muito mais aprofundadas. Na primeira temporada, tudo circulava em torno do Elliot e o espectador tinha uma visão mais estreita do universo da série, já nessa temporada que a gente começa a ver cenas com o Price e a Whiterose, e uma pintura maior vai ganhando contornos…

    Eu gosto também dos primeiros episódios que se aprofundaram na mente do Elliot e em suas tentativas de expurgar o Mr. Robot de seu sistema. Veja, seria muito fácil se o Elliot simplesmente desse de ombros para seu alterego maníaco e continuasse com os planos… Acho que foi uma progressão natural para o personagem em tentar se isolar e tratar daquilo. Não acho que tenham sido episódios desnecessários e que não trouxeram desenvolvimento, mas concordo que poderiam ter feito de forma mais enxuta.

    Se eu pudesse escolher palavras chaves pra essa temporada seriam "isolamento" e "paranoia". Os personagens principais estavam presos em seus plots (Elliot, Darlene, Angela, Dom e Joanna), solidão foi um tema importante, por isso que as melhores cenas, na minha opinião, sempre aconteciam quando esses personagens se encontravam, o que não foram tantas. Daí essa sensação de um ritmo arrastado e realmente alguns episódios são exaustivos…

    Outra coisa é que essa temporada não apresenta um arco fechado, Esmail disse que resolveu não trabalhar com a estrutura convencional de séries, mas que pelo menos houvesse um mínimo de fechamento, pois ainda fica tudo muito solto, mesmo que o finale tenha respondido uma cacetada de perguntas. Um outro problema que eu tenho é que muita expectativa foi construída em cima dos mistérios, alguns que poderiam ter sido resolvidos ali pela metade e não adiados até o capítulo final…

    Ainda assim, é uma das minhas séries preferidas em exibição, no aspecto técnico pra mim é impecável (direção, fotografia, trilha sonora original – MacQuayle arregaça – e as músicas escolhidas para as cenas). É uma das poucas séries que permitem esse grau de especulação e discussão, formular teorias pra mim é parte da diversão! Além da quantidade de detalhes e easter eggs espalhados por cada um dos episódios como bônus. Mas, acima de tudo, é essa história instigante e seus personagens interessantíssimos que me prendem (muitos pontos aos atores). Eu não deixei de me importar com esses personagens, Angela é a minha preferida dessa temporada aliás! Kkkkkkkkk

    TL;DR: Mr. Robot é meu guilty pleasure. Kkkkkkkkk

    Sobre a fall season: só estou vendo Atlanta (fodástica, Darius melhor personagem), o que mais recomendam?

    • Alexandre Luiz 28 setembro, 2016 at 08:52 Responder

      Valeu, César! Quanto a fall season, Atlanta é sensacional mesmo, This is Us é outra com bastante potencial e Designated Survivor teve um bom início. Vamos comentar mais sobre as estreias num podcast futuro, fique ligado!

      Grande abraço e valeu por acompanhar a gente em mais essa empreitada!

  2. Diego 28 setembro, 2016 at 10:58 Responder

    Eu acho que vocês estão a exagerar um pouco. Por que essa regra de toda temporada ter que "fechar um arco"? Eu partciulamente adoro quando uma série faz algo diferente, uma história contínua em vez de ficar a criar um "vilão" novo toda temporada. Vocês não podem concluir que é ruim se ele ainda nem chegou a revelar o que está a prometer, eu vejo a segunda temporada como uma temporada obrigatória para se ver a terceira, e isso não é ruim, é ótimo ele manter uma história só na série inteira, sem ligar em agradar novos fãs. Não concordo também que o Plot twist foi inútil, a graça da série está em justamente saber o que é real e o que não é. O fato de demorarem 7 episódio para revelarem a prisão pra mim foi incrível, porque eu já havia desistido da possibilidade daqueles personagens não serem falsos, e no final alguns acabram por ser. Essa forma como a série engana a gente já vale o preço de assistir ela. Tanto que até agora a gente não sabe se Tyrell está vivo ou não. E novamente falo, por mais que esses assuntos sejam banais como vocês falaram no episódio, para o Elliot faz toda diferença, é um problema que ele tem e a gente fica tão perdido quanto ele. Eu ainda acredito na teoria de que:

    Tyrell está morto. Eu ainda acho que o Elliot criou uma nova personalidade, e o Tyrell é essa nova personalidade. É exatamente o que fala a música The Hall Of Mirrors no começo do episódio.

    (♫ And changed into a new personality ♫ )
    (♫ E transformou-se em uma nova personalidade ♫ )

    Fora que ele nunca interage fisicamente com nada, nem com o Tyrell. No caso da Angela falar com o Tyrell-Elliot, ela sabe dessa personalidade dele, e ele tentou uma espécie de suicídio, a atirar nele mesmo. Novamente a música faz sentido nesse trecho:

    (♫ He fell in love with the image of himself ♫ ),
    (♫ Ele se apaixonou por sua própria imagem ♫ ),

    por isso a frase de que ele ama ele, no caso, a si próprio.

    Isso também explica o fato de ele andar de terno pelas ruas como vocês falaram no podcast. E ainda tem a bala que encontraram no The Fun Society.
    Esse Tyrell está muito estranho para ser o Tyrell, sei lá. Eu acho que o Tyrell como personalidade representaria o Elliot em sua forma mais "Deus do hack". E o foco da próxima temporada seria nesse sentido, já que com o FBI na cola dele, tudo vai ser mais difícil a partir de agora. E novamente repito, não teria graça nenhuma o FBI ter mostrado esse quadro antes, acredito que a segunda temporada foi morna justamente para apertar os cintos na próxima temporada com essa coisa toda do FBI.

  3. Puguê 4 outubro, 2016 at 12:08 Responder

    Eu gostei da temporada, achei que esticou um pouco. Mas tbm acho que vcs cobraram demais e usar declaração de fãs como se fosse do Esmail.

  4. Ric 5 outubro, 2016 at 16:03 Responder

    Bom, a respeito de não acontecer nada.. Acho bem contraditório… aconteceu até que bastante coisa… o fato da fase 2 ser iniciada… o investimento da china para a reestruturação das mega corps que agora são apenas arquivos de papel… conhecemos a família do elliot… As músicas também ditaram algumas revelações… a crítica sobre a dependência do humano para com máquinas, que era um assunto que o elliot já tinha abordado… e fora que o Tyrell pode ser sim uma das personas do Elliot, lembrando que no início da temporada, ele era atacado da mesma forma pela persona do pai, ao ir contra sua vontade, e percebam que o tyrell nunca interagi com nenhum objeto da cena, ate a cadeira fica no mesmo canto quando ele se levanta, mas admito que espero que sim, o Tyrell esteja vivo… foi uma boa temporada, a estética ajudou bastante e as atuações estão em alto nível, essa temporada me pareceu mais como uma preparação… conhecer o passado nos ajuda a entender o presente… a série não quer ser genial… ela apenas quer ser boa.

Deixe uma resposta