A quarta temporada de Arrow veio com muitas desconfianças dos fãs. Isso porque a anterior foi irregular ao extremo, se não quase totalmente descartável. Por isso, foi com muito entusiasmo que o novo ano trouxe uma abordagem mais leve com abertura para um humor até então pouco explorado. Retornando a essa lógica, depois de episódios pesados e novelescos cuja abordagem no romance soava cada vez mais forçada, este Beacon of Hope extrapola, conferindo a série o que provavelmente pode ter sido seu momento mais leve e descompromissado.
A aventura lida com a vilã Bree Larvin, que fez sua estréia ano passado em Flash. E é justamente um episódio de seu mais famoso spin-off que Arrow parece entregar. A antagonista já havia trazido um elemento mais absurdo e camp, na ocasião em que apareceu na adaptação do Velocista Escarlate. Releitura de um vilão menor da DC, com um espírito autêntico da Era de Prata, Larvin é o tipo de ameaça que não parece ser exatamente uma ameaça, devido a natureza galhofa de suas habilidades. Controlar abelhas cibernéticas poderia parecer assustados nos anos 60, mas hoje é como o roteiro ruim de um filme de terror do SyFy. De qualquer forma, dentro da proposta, Beacon of Hope funciona, pois usa o absurdo e o humor como elementos para trazer algum desenvolvimento para Oliver Queen.
O protagonista vem passando por provações cada vez maiores nesta quarta temporada, a maioria envolvendo muito mais sua vida debaixo do capuz e do combate ao crime. Assim, lidando com tudo de forma engraçada, faz o personagem confrontar o quanto os eventos recentes tem afetado sua transformação em uma pessoa melhor. Oliver em nada se parece com aquele que o início da temporada apresentou, principalmente agora, com a separação de Felicity. É bom que os realizadores admitam isso na história, assim toda sua mudança de comportamento soa menos como preguiça dos roteiros e mais como algo consciente por parte do seriado. Quando coloca seu herói lidando com isso, Arrow admite que está disposta a trazê-lo de volta para a luz. Ainda há um “raio de esperança”, como sugere a tradução do título.
Há, no entanto, certo exagero por parte do texto, no que se refere a tiradas bem-humoradas. É uma piada infame atrás da outra e, mesmo que o roteiro se comporte com uma boa dose de autoconsciência, beira o insuportável em vários momentos, até porque, quando precisa justificar as motivações de Larvin, parte para um dramalhão desproporcional envolvendo a vilã, que em nada casa com as ideias malucas e mirabolantes apresentadas ao longo de todo o episódio.
Paralelamente a trama central, o espectador acompanha os dias de prisão de Damien Darhk e nesta, talvez, se encontre uma das subtramas mais interessantes da temporada. Malcolm Merlyn, provando que nunca está disposto à derrota, parece estar crescendo na HIVE às custas da captura de seu antigo líder. Depois de perder o posto de Ra’s Al Ghul, estaria o mais antigo vilão da série tentando recuperar sua importância? De qualquer forma, Arrow sempre deixou claro que Merlyn jamais receberá ordens por muito tempo, senão para mudar o jogo a seu favor. Também é possível observar um avanço para o personagem Curtis Holt. Enquanto a série entrega easter eggs sobre sua versão nas HQs, sua participação, entretanto, parece ter chegado a um interessante ponto, em que pode se tornar o substituto de Felicity no Time Arqueiro. Apesar da possibilidade de ver o Sr. Incrível em live action ser empolgante, surge a oportunidade de trazer uma interpretação nova, graças ao carisma de Echo Kellum. Os responsáveis pelo programa só precisam tomar cuidado para que essa versão do herói não se torne um Cisco Ramon genérico.

Como já tem sido comum na série, os flashbacks pouco acrescentam, criando a incômoda narrativa em que parecem ser um acontecimento de 5 minutos dividido ao longo de 40. Mesmo já incomodando na primeira temporada, pelo menos esse recurso sabia criar algum nível de tensão, dando pequenas missões a serem resolvidas episódio a episódio. Agora, quando está totalmente esgotado, parece ser usado porque os roteiristas têm obrigação de seguir alguma fórmula.
Mesmo longe de estar entre os melhores exemplares do quarto ano, Beacon of Hope ao menos surge para trazer aos fãs de Arrow a ideia de que existe um plano traçado para o desenvolvimento da personalidade de Oliver. Essa, talvez, seja a temporada que mais tem prezado para não manter o Arqueiro estático, mudando drasticamente sua forma de encarar o mundo para aproximá-lo de sua versão em quadrinhos, que sempre manteve o bom humor frente à adversidades. Só tomara que o exagero nas piadas encontrados nesta aventura não se torne padrão para essa abordagem proposta.









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