Alerta de Spoiler #03 - Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge

O encerramento da épica trilogia criada por Christopher Nolan chegou, e de forma espetacular, trouxe de sorrisos a lagrimas nos olhos dos fans e espectadores.

Então aperte o play e venha ouvir os comentários de Tiago LamonicaAlexandre Luiz, e Warley Bonanno sobre o longa.

Tiago Batista

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Comentários

14 comments

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    André Zuil 30 julho, 2012 at 19:40 Responder

    Ouvi o podcast e gostei bastante. Primeiramente, tenho que confessar que eu não sabia de forma antecipada que a Tiazona lá era a Talia al Ghul, na verdade, eu conheço pouco da mitologia dos inimigos do Batman e foi um boa surpresa. Segundamente, ninguém comentou sobre os Tumblers, que no Begins e no TDK eram uma bagaça super blindada e difícil de derrubar, nesse a Selina Kyle derruba vários, cada um, só com um tiro – PQP, falha absurda e muito forçado! Terceiramente, quem assistir o filme dublado está assistindo, praticamente outro filme, tudo muda, muda a tensão imposta pela interpretação, muda a edição de som, muda a dramaticidade que o ator tanto trabalhou para entregar. Eu assisti "O Cavaleiro das Trevas Ressurge" dublado, por pura falta de opção. Mas vou assistir o original assim que o release sair. Quarteiramente (pq putaria minha isso) amiguinhos, diminuam a empolgação antes de gravar hehehe é difícil, mas em vários momentos, principalmente no começo, a Pauta foi se mesclando e ficando bagunçada demais, desculpa o mimimi.

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      Tiago Lamonica Batista 30 julho, 2012 at 20:06 Responder

      Então André, a questão da Talia, realmente voce era um dos poucos a não saber, mas ja que valeu a surpresa pra voce isso é bom. O Tumblers desse filme, não são os que o Batman usava, eles são os protótipos sem modificação, os mesmos do Begins, antes do sr. Wayne mandar equipar ele todo com seus apetrechos, por isso são mais fracos. Assistir ele dublado realmente é uma pena, perde muito sempre. E quanto a empolgação não da pra segurar o filme é demais, isso como dito no cast, somente o Alexandre tinha acabado de ver o filme, eu e o Warley tinhamos visto 3 dias antes da gravação hehe.

      Abraço, obrigado pelo comentário.

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      Alexandre Luiz 1 agosto, 2012 at 00:08 Responder

      O importante também é não esquecer que a "motinha potente" era uma parte do Tumbler, justamente a parte onde ficava o poder de fogo que fez o Gordon derrubar a estrutura do trem elevado no Batman Begins. O tiro que derruba o primeiro protótipo é na arma mais potente do mesmo, causando uma explosão de fora pra dentro, já que atinge a munição. Já o tiro que derruba o segundo protótipo atinge a traseira do veículo, de baixo pra cima, gerando uma pequena explosão que o faz capotar. não é "falha" e nem forçado. E mesmo que fosse só uma desculpa pra mulher-gato derrubar os vilões, não é nada que exija suspensão de descrença a mais, principalmente num filme onde o protagonista se cura de uma coluna quebrada e de um joelho que em 8 anos não havia se curado em questao de meses (isso sim é forçado, e o único argumento pra defender isso é… ele é o Batman :P). Quanto a nossa "empolgação", realmente não conseguiremos nunca agradar a todos, já que em outros podcasts criticaram nossa serieadade. E não atropelamos a pauta. Não havia uma.

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    Edu Sacer 1 agosto, 2012 at 11:01 Responder

    EEEEEEEEEEEEEEstamos de Volta!!!

    Mais uma vez o cast foi bom a beça!
    Sim!!!
    Uma coisa é certa: Nolan fechou (pelo menos é o que ele diz) a saga de uma maneira perfeita. Olhando o conjunto da obra, não há como negar que a trilogia merece uma nota 10 graúda. Nolan mostrou como se faz um filme de super herói e acabou com aquela impressão meio abobalhada dos filmes anteriores do Batman. Este veio para mostrar que não é bonzinho e amigável, mas sim um mascarado que põe medo em seus oponentes e é o que as pessoas precisam que ele seja: mocinho ou bandido.

    Trilogia à parte, The Dark Knight Rises mostra um Bruce Wayne completamente desconectado do mundo, recluso à sua mansão e com evidências claras de que não conseguiu seguir em frente após os acontecimentos de The Dark Kinght e de suas escolhas. Foi preciso alguns empurrões para que voltasse à tona, porém com uma discordância da única pessoa que pode se dizer sua família.
    Onde temos a Atuação de Michael Caine suprema de forma que me levou as lagrimas assim como a cena do enterro. Caine não esteve presente na maioria do filme, mas seu diálogo principal com Bruce Wayne foi de suma importância na revelação de um segredo.

    O filme começa com uma certa lentidão devido ao fato de apresentar diversos novos personagens, tais como Miranda (Marion Cotillard), Blake (Joseph Gordon-Levitt), Bane (Tom Hardy) e Selina Kyle, vivida pela espetacular Anne Hathaway.

    Com o desenrolar da trama, quase vemos pouco do próprio Batman. Não é à toa que Anne Hathaway rouba a cena diversas vezes com sua Selina Kyle e desempenha muito bem o que lhe foi dado, acabando com qualquer dúvida dos críticos pré-filme. A produção deixa um pouco a desejar no que diz respeito à ação e também a respeito da motivação de Bane que se leva um bom tempo a se entender, além que na minha opinião é igual a de vocês sobre Talia de que além de já sabermos quem ela era,tbm tira todo o crédito de Bane nas ações desencadeadas ao longo do filme.

    O vilão da vez, Bane (Tom Hardy em grande atuação. Aquela máscara passa agonia ao público e o efeito de sua voz é incrivelmente assustadora,além de seu físico imponente), também executou bem o seu papel. Diferentemente do Coringa, que foi sem dúvida a cara dessa trilogia no que se refere a vilão, Bane lida com a parte física de Batman, que sofre bastante em seu primeiro confronto devido aos seus longos anos de reclusão. Quando Bruce Wayne volta definitivamente à ação, já preparado, numa Gotham calamitosa, começamos ver definitivamente a ação que faltava do início ao meio. É durante todo esse desenrolar que acontece uma cena rápida, porém de suma importância: Batman se “revela” a Gordon.

    Feliz pela volta de Ra's Al Ghul (Liam Neeson) e Espantalho (Cillian Murphy). Este último um tanto quanto cômico…

    E por último mas não menos importante: A Trilha ESPETACULAR DO Hans Zimmer!

    Nota: 8,5

    Bem meus amigos (Já que é assim que os considero) espero que meu monológo não canse vcs!
    Abraços e até o próximo!!!

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      Alexandre Luiz 6 agosto, 2012 at 12:51 Responder

      Se a ideia é sair falando mal sem conhecer o conteúdo, parabéns… mas se você tivesse o mínimo de inteligência pra ter dado o play no podcast veria o quão infeliz e estúpido foi seu comentário. Agora se você ouviu e entendeu que falamos mal do filme, o infeliz e estúpido é você mesmo. Passar bem.

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    Igor Colt 13 agosto, 2012 at 17:48 Responder

    Quero apenas destacar a maneira lúcida que vocês abordaram os problemas do filme, ele até que tem bastantes problemas mesmo que todos não comprometam a obra, e claro que para mim todos os problemas giram em torno da personagem Miranda Tale.

    E sim! Eu estava na prisão do Bane! Não sabia antes da sessão que Miranda Tale era na verdade Talia (comecei a desconfiar apenas no meio do filme), tudo isso graças a uma politica de não ver nada sobre o filme (além claro dos trailers).

    Verei o filme novamente amanhã, duas semanas depois de ter visto na primeira vez e sem iMax e legendado, só assim para digerir o filme.

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