Alerta Vermelho #172 - Toy Story

As animações da Disney ganharam um reforço inestimável em 1995. Com a estreia de Toy Story, a Pixar passou a ser sinônimo de qualidade e sucesso pro estúdio do Mickey e, de lá pra cá, a franquia dos brinquedos que ganham vida quando ninguém está olhando já ganhou mais 3 continuações.

E é pra discutir Toy Story que reunimos um time gigantesco. Alexandre Luiz, Warley Bonanno, Davi Garcia, Wilker Medeiros e Filipe Pereira comentam o impacto da cinessérie em suas vidas e no cinema. Então, aperta o play!

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Redação

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2 comments

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    Henrique 28 maio, 2020 at 17:02 Responder

    Dei pause aqui pra comentar um questionamento feito no episódio. Sobre as crianças de hoje e a relação delas com Toy Story. Eu tenho um filho de 8 anos e quatro sobrinhos da mesma idade, e alguns outros de idades próximas, além dos amigos deles, posso dizer que a maioria não se importa tanto com Toy Story. Poucos viram, os que viram até gostaram, mas não foram impactados. E muito por isso deles não terem a relação que as crianças dos anos noventa tinham com brinquedos. Eles brincam mais com celulares e videogames e entre eles, mas pouco com brinquedos. A exceção, no caso aqui da minha família, é justamente o meu filho. Mas porque eu fiz um esforço pra criar nele um vínculo com brinquedos e afastar ele principalmente até os 5 anos de aparelhos eletrônicos. Fora isso também ele tem um boneco do Woody que era meu e eu coloquei pra dormir no berço dele desde o dia um. Desde a primeira vez que mostrei os filmes pra ele, ele seguiu pedindo praticamente todo final de semana pra rever. Quando ele tinha um ano e meio começou a pedir pra eu comprar o Buzz pra ele, e eu sempre dizia que era muito caro. Quando ele tinha três anos eu dei de natal pra ele e ele adorou. Fomos ao cinema ver Toy Story 4 e ele ficou indignadíssimo com o final do filme. Revoltado, eu diria. Já reviu os três primeiros filmes depois disso, mas nunca teve vontade nem aceitou quando sugeri rever o quarto. Então eu acho que a questão não é nem só as crianças não se apegarem mais tanto aos seus brinquedos, mas também que os pais não levam elas a terem carinho por eles, por ser mais conveniente deixá-las com seus celulares entretidas em silêncio. Uma pena, porque os filmes tem sim um potencial de seguir encantando gerações que vierem, que é minado porque ninguém aproxima tanto as crianças deles. A minha expectativa para o quarto filme era de que se faria um novo começo, e não um segundo final, para a jornada do Woody. Adorei o filme em vários sentidos, mas quando me coloco no lugar do meu filho vejo que não foi uma escolha muito acertada para o público infantil se apegar tanto quanto os adultos nostálgicos à franquia.

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